afronoticia – AFRONOTICIA https://afronoticia.com Sua voz, sua terra, sua notícia. Wed, 06 May 2026 10:27:17 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://afronoticia.com/wp-content/uploads/2026/03/cropped-afronoticia-32x32.png afronoticia – AFRONOTICIA https://afronoticia.com 32 32 Nampula Lança Campanha de Tolerância Zero Contra Drogas https://afronoticia.com/2026/05/06/nampula-lanca-campanha-de-tolerancia-zero-contra-drogas/ https://afronoticia.com/2026/05/06/nampula-lanca-campanha-de-tolerancia-zero-contra-drogas/#respond Wed, 06 May 2026 10:27:16 +0000 https://afronoticia.com/2026/05/06/nampula-lanca-campanha-de-tolerancia-zero-contra-drogas/ Leia mais]]>

O Conselho Executivo da Província de Nampula iniciou uma campanha intensiva de 90 dias com o objetivo de reduzir o consumo e tráfico de drogas, em particular a metanfetamina, conhecida localmente como “makha”, que tem preocupado as autoridades devido à sua crescente popularidade entre os jovens.

Combate Abrangente e Coordenado

Lançada na segunda-feira (04) na cidade de Nampula pelo governador Eduardo Abdula, a iniciativa visa mitigar o impacto negativo direto das drogas na sociedade. O plano estratégico abrange ações de prevenção, fiscalização e sensibilização, que serão implementadas de forma intensiva em bairros, escolas e comunidades por toda a província.

O governador Abdula sublinhou a necessidade de uma abordagem coordenada, apelando ao envolvimento de diversas entidades, incluindo as forças de defesa e segurança, líderes religiosos, organizações sociais e famílias. Estas são consideradas pilares fundamentais para o sucesso da campanha.

“Tolerância Zero” para Salvar Gerações

Durante o lançamento, Eduardo Abdula declarou o início de uma fase de “tolerância zero” contra o tráfico e consumo de estupefacientes, com o propósito de salvaguardar tanto a geração presente quanto as futuras. Entre as medidas previstas, destacam-se operações policiais contínuas, o encerramento de pontos de venda ilegais, a realização de campanhas educativas em comunidades e escolas, e o fortalecimento dos mecanismos de denúncia anónima.

A gravidade da situação foi evidenciada por dados apresentados pela diretora do Gabinete Provincial de Combate à Droga, Isabel Alberto. Nos últimos meses, mais de quatro mil jovens em Nampula necessitaram de assistência no hospital psiquiátrico da província devido a problemas relacionados com o uso de drogas, sublinhando a urgência e a relevância desta nova campanha.

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PODEMOS Afasta Jone: Carlos Tembe Assume Vice-Presidência na AR https://afronoticia.com/2026/05/06/podemos-afasta-jone-carlos-tembe-assume-vice-presidencia-na-ar/ https://afronoticia.com/2026/05/06/podemos-afasta-jone-carlos-tembe-assume-vice-presidencia-na-ar/#respond Wed, 06 May 2026 08:26:11 +0000 https://afronoticia.com/2026/05/06/podemos-afasta-jone-carlos-tembe-assume-vice-presidencia-na-ar/ Leia mais]]>

A Assembleia da República de Moçambique aceitou, nesta segunda-feira, o pedido da bancada parlamentar do PODEMOS para substituir o Segundo Vice-Presidente do Parlamento, Fernando Jone, pelo deputado Carlos Tembe. A decisão surge na sequência de uma alegada “perda de confiança política” do maior partido da oposição para com o seu representante.

O pedido, formalizado junto à Comissão Permanente da Assembleia da República em Março passado, não detalha publicamente as razões específicas que levaram o PODEMOS a retirar a confiança política em Fernando Jone. A bancada invocou apenas a sua prerrogativa legal de “propor, requerer e suscitar matérias da competência do Plenário”, especialmente em situações de “actos de natureza eletiva” e “deliberações estruturantes do funcionamento institucional da Assembleia da República”.

Contudo, informações apuradas indicam que o afastamento de Fernando Jone do cargo de Vice-Presidente da Assembleia da República está relacionado com questionamentos que o deputado fez à gestão financeira das verbas recebidas pelo partido, na qualidade de segundo maior grupo parlamentar. Este processo de contestação interna terá igualmente culminado no afastamento de Hélder Mendonça, um dos co-fundadores do partido.

Alega-se que Albino Forquilha, Presidente do PODEMOS, tem declarado valores inferiores aos efetivamente recebidos do Estado. Tal contexto é reforçado por uma decisão judicial de finais de Fevereiro, onde a 3ª Secção do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo considerou “parcialmente procedente” uma providência cautelar da SCM (Associação Solidariedade Cívica de Moçambique), que congrega 15 deputados. A decisão judicial determinou, entre outras medidas, a partilha de documentos financeiros do partido e a inclusão de membros da associação nos órgãos de decisão da parceria estabelecida em Março de 2024.

A Contestação de Fernando Jone

Em resposta ao pedido da bancada do PODEMOS, Fernando Jone submeteu um requerimento ao Plenário, impugnando a “admissibilidade e legalidade” da solicitação do seu partido, por esta se fundamentar exclusivamente na alegada “perda de confiança política”. Na sua argumentação jurídica, o deputado defendeu que os Vice-Presidentes da Assembleia da República são eleitos pelo Plenário e não ocupam cargos de natureza partidária, mas sim funcionam como órgãos da Assembleia, vinculados ao interesse público e à legalidade.

Jone sustentou que a indicação por uma bancada parlamentar “não converte o cargo em extensão da vontade partidária”, sendo imperativo o respeito pelos princípios da separação entre função partidária e função de soberania, bem como da imparcialidade no exercício de funções públicas. O deputado enfatizou que “nenhuma norma constitucional ou regimental confere às bancadas o poder de exoneração direta dos Vice-Presidentes da Assembleia”, classificando a “perda de confiança política” como um juízo de caráter estritamente político, sem densidade jurídica para justificar a cessação de funções de um titular de órgão da Assembleia. Para Jone, os atos que motivaram a “perda de confiança” consistem no exercício das suas funções de fiscalização, inerentes ao mandato e ao cargo, configurando um “dever constitucional” que não pode ser interpretado como fundamento para sanção. A eventual cessação de funções com base nos fundamentos invocados pelo PODEMOS, declarou Jone, violaria os princípios da legalidade, imparcialidade, do mandato representativo livre e da prossecução do interesse público.

Carlos Tembe: O Novo Vice-Presidente

O novo Segundo Vice-Presidente da Assembleia da República, Carlos Tembe, foi um dos candidatos à presidência do Parlamento em janeiro de 2025, obtendo 32 votos contra 169 de Margarida Talapa. Curiosamente, Tembe já havia disputado o cargo com Fernando Jone, que na altura obteve apenas 07 votos. Na ocasião, Carlos Tembe explicou que “somos democratas e abrimos espaço para se concorrer”, referindo-se à sua candidatura como cabeça-de-lista em Maputo e à participação do seu colega, num exercício de “pedagogia da liberdade de escolha”.

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Produção Alimentar: Moçambique Responde à Crise Xenófoba Sul-Africana https://afronoticia.com/2026/05/06/producao-alimentar-mocambique-responde-a-crise-xenofoba-sul-africana/ https://afronoticia.com/2026/05/06/producao-alimentar-mocambique-responde-a-crise-xenofoba-sul-africana/#respond Wed, 06 May 2026 08:23:43 +0000 https://afronoticia.com/2026/05/06/producao-alimentar-mocambique-responde-a-crise-xenofoba-sul-africana/ Leia mais]]>

O Governo moçambicano, através do Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Albino, sublinhou a urgência de Moçambique impulsionar a sua produção alimentar local como medida estratégica para mitigar a escassez e os potenciais efeitos adversos decorrentes da escalada xenófoba na vizinha África do Sul.

A África do Sul tem sido palco de crescentes tensões sociais e manifestações anti-imigração, que, no início do mês, culminaram em ataques a estabelecimentos comerciais de estrangeiros na província do Cabo Oriental, evidenciando a vulnerabilidade dos migrantes.

Durante a sua intervenção no programa “Cartas na Mesa” da Rádio Moçambique, o governante apelou à intensificação da coordenação entre o empresariado e os produtores nacionais. Albino salientou que a instabilidade no país vizinho deve ser um catalisador para o reforço do sentido patriótico, visando a redução da dependência externa de Moçambique.

“É imperativo que continuemos a produzir alimentos, pois enfrentamos choques com impacto imediato. Temos a capacidade e a determinação de transformar Moçambique num país auto-suficiente e soberano no domínio da alimentação”, frisou o Ministro.

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África do Sul: Xenofobia ressurge, ignorando lições do passado https://afronoticia.com/2026/05/05/africa-do-sul-xenofobia-ressurge-ignorando-licoes-do-passado/ https://afronoticia.com/2026/05/05/africa-do-sul-xenofobia-ressurge-ignorando-licoes-do-passado/#respond Tue, 05 May 2026 12:59:59 +0000 https://afronoticia.com/2026/05/05/africa-do-sul-xenofobia-ressurge-ignorando-licoes-do-passado/ Leia mais]]>

A África do Sul enfrenta novamente os fantasmas da xenofobia, um ciclo que se repete com uma ironia notável. Em meio a desafios económicos como o desemprego e a desigualdade, o estrangeiro africano torna-se, mais uma vez, o bode expiatório conveniente para frustrações sociais profundas, esquecendo-se a rica história de solidariedade regional.

O Ciclo da Xenofobia e a Memória Seletiva

Não é a primeira vez que a África do Sul flerta com os seus velhos demónios xenófobos. Desde 2008, o enredo é familiar: quando as promessas da transição democrática parecem distantes, moçambicanos, zimbabweanos, malawianos e congoleses são transformados em alvo fácil. É mais simples culpar quem atravessa a fronteira do que questionar a estrutura económica herdada, que, apesar de democratizar o voto, não democratizou a riqueza.

A memória da solidariedade regional, que teve sangue e nomes próprios, parece desvanecer-se. Mia Couto, em 2015, recordava a Jacob Zuma, então presidente, que a liberdade sul-africana foi construída com o preço pago por outros. O próprio Zuma foi refugiado do apartheid. Esta amarga ironia ressalta a seletividade da memória política, onde a lição de resistência contra a opressão parece ser esquecida pelos que outrora foram oprimidos.

A Hipocrisia e as Raízes Profundas do Problema

A ideia perversa de que “o outro” ameaça a ordem, central ao apartheid, ressurge de forma perturbadora, agora com negros subjugando outros negros. A hipocrisia atinge o cúmulo quando o mesmo país que denuncia o genocídio em Gaza na ONU tolera a perseguição sistemática de africanos pobres nas suas próprias cidades. É uma ginástica moral desconfortável apedrejar estrangeiros em Joanesburgo e assinar resoluções em Nova Iorque.

Embora a migração irregular seja uma questão complexa que pressiona serviços públicos, reduzir a crise sul-africana ao estrangeiro é uma fraude analítica. O problema é mais profundo, enraizado no desemprego estrutural, na desigualdade persistente e na longa sombra colonial, que criou fronteiras artificiais e dependências económicas. Culpar o imigrante é tão desonesto quanto atribuir a ressaca a um copo de água.

O Perigo da Exploração Política e a Violência Banal

A tentação populista ganhou espaço num cenário político em que o ANC já não detém o poder absoluto com a mesma folga. Políticos exploram o medo para angariar votos, prometendo expulsar o “malawiano do bairro” em vez de criar empregos ou explicar o desvio de fundos públicos. Quando a autoridade moral e política falha em mobilizar em sentido contrário, a violência deixa de ser mera desordem social e torna-se linguagem política.

A xenofobia manifesta-se não só em ataques visíveis, mas também em gestos quotidianos e “humilhações microscópicas”. O olhar atravessado, a burocracia seletiva, o carimbo dado com excesso de zelo num passaporte moçambicano, tudo isso comunica um “tu não pertences aqui” silencioso. Antes das lojas saqueadas e dos gritos, a violência já estava presente, banal e quase invisível.

A tragédia final é ver um país que ensinou ao mundo uma das mais impressionantes lições de resistência contra a opressão ceder à tentação de imitar os carrascos de outrora. Enquanto “filósofos instantâneos” nas redes sociais clamam “estrangeiros, voltem para casa”, esquecem que a liberdade dessas casas foi, em parte, erguida pelas mãos daqueles que hoje se quer expulsar.

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Inhambane: Crise de combustível e acidentes ceifam três vidas https://afronoticia.com/2026/05/05/inhambane-crise-de-combustivel-e-acidentes-ceifam-tres-vidas/ https://afronoticia.com/2026/05/05/inhambane-crise-de-combustivel-e-acidentes-ceifam-tres-vidas/#respond Tue, 05 May 2026 07:31:39 +0000 https://afronoticia.com/2026/05/05/inhambane-crise-de-combustivel-e-acidentes-ceifam-tres-vidas/ Leia mais]]>

A província de Inhambane enfrentou um fim de semana prolongado particularmente desafiador, marcado por uma acentuada escassez de combustível e por uma série de acidentes de viação que resultaram na trágica perda de três vidas e deixaram vários feridos.

Esta conjuntura crítica tem exercido forte pressão sobre o sector dos transportes na província, comprometendo severamente a mobilidade de pessoas e o fluxo de bens essenciais. A situação levanta sérias preocupações sobre a segurança rodoviária e a resiliência do sistema de abastecimento energético local.

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AR Moçambicana Reforça Leis Sensíveis ao Género na Gestão de Desastres https://afronoticia.com/2026/05/05/ar-mocambicana-reforca-leis-sensiveis-ao-genero-na-gestao-de-desastres/ https://afronoticia.com/2026/05/05/ar-mocambicana-reforca-leis-sensiveis-ao-genero-na-gestao-de-desastres/#respond Tue, 05 May 2026 07:04:50 +0000 https://afronoticia.com/2026/05/05/ar-mocambicana-reforca-leis-sensiveis-ao-genero-na-gestao-de-desastres/ Leia mais]]>

A Assembleia da República de Moçambique, através da sua presidente Margarida Talapa, reafirmou o compromisso com a integração da perspectiva de género na legislação e políticas de gestão de riscos e desastres naturais. A iniciativa visa fortalecer o papel da mulher e assegurar a sua participação ativa na definição de respostas aos desafios climáticos.

Margarida Talapa destacou a importância central da mulher na prevenção, mitigação e resposta a situações de emergência, sublinhando que, apesar de frequentemente serem as mais afetadas por calamidades, as mulheres são também pilares de resiliência e inovação. A presidente da AR defendeu o reforço do envolvimento feminino em todos os níveis de tomada de decisão, reconhecendo-as como agentes de mudança e construtoras de soluções.

O Papel Essencial das Mulheres em Contextos de Crise

Durante a 2.ª Conferência de Mulheres Religiosas, Académicas, Políticas e da Sociedade Civil, realizada na cidade da Beira, província de Sofala, Talapa enfatizou as diversas contribuições femininas. Mulheres religiosas, por exemplo, oferecem conforto espiritual, mobilizam comunidades e promovem valores de solidariedade e entreajuda em momentos difíceis. A sua fé e orientação são cruciais para o bem-estar das populações afetadas.

No campo académico, as mulheres são fundamentais na produção de conhecimento científico e no desenvolvimento de inovações que permitem uma melhor compreensão dos riscos e a formulação de políticas públicas mais eficazes e sustentáveis. A sua pesquisa baseada em evidências é vital para a prevenção de desastres.

Adicionalmente, mulheres ativas na política e na sociedade civil desempenham um papel decisivo na transformação das necessidades comunitárias em ações concretas. A sua proximidade com as comunidades e a capacidade de resposta em situações de emergência tornam-nas líderes indispensáveis na gestão de crises e na promoção da igualdade de género em todas as esferas da vida nacional.

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Moçambique: AR Garante Leis de Género Mais Fortes em Desastres Naturais https://afronoticia.com/2026/05/05/mocambique-ar-garante-leis-de-genero-mais-fortes-em-desastres-naturais/ https://afronoticia.com/2026/05/05/mocambique-ar-garante-leis-de-genero-mais-fortes-em-desastres-naturais/#respond Tue, 05 May 2026 04:43:23 +0000 https://afronoticia.com/2026/05/05/mocambique-ar-garante-leis-de-genero-mais-fortes-em-desastres-naturais/ Leia mais]]>

A Assembleia da República (AR) de Moçambique reafirmou o seu compromisso com a integração da perspetiva de género na gestão de riscos e desastres naturais. A Presidente do parlamento, Margarida Talapa, assegurou que o órgão legislativo continuará a aprovar leis e políticas que promovam a maior participação das mulheres nos processos de decisão e na definição de respostas aos desafios climáticos.

O Compromisso da AR com a Igualdade de Género

Margarida Talapa, citada pela AIM, sublinhou a importância central do papel da mulher na prevenção, mitigação e resposta a situações de emergência. A líder parlamentar destacou que, embora as mulheres sejam frequentemente as mais vulneráveis a calamidades, são também agentes ativas de mudança, líderes resilientes e construtoras de soluções, defendendo o reforço do seu envolvimento em todos os níveis de tomada de decisão.

Mulheres: Pilares Essenciais na Resposta a Desastres

Durante a 2.ª Conferência de Mulheres Religiosas, Académicas, Políticas e da Sociedade Civil, realizada na Beira, província de Sofala, Talapa realçou o contributo diversificado das mulheres em momentos de crise:

  • Mulheres religiosas oferecem conforto espiritual, mobilizam comunidades e promovem valores de resiliência e solidariedade.
  • Académicas contribuem com conhecimento científico e inovação, cruciais para a prevenção de desastres e a formulação de políticas públicas baseadas em evidências.
  • Mulheres ativas na política e na sociedade civil desempenham um papel determinante na transformação de necessidades em ações concretas, dada a sua proximidade com as comunidades e capacidade de resposta em emergências.

A iniciativa da Assembleia da República visa assegurar que a voz e a experiência das mulheres sejam plenamente integradas nas estratégias nacionais de gestão de desastres, promovendo uma abordagem mais equitativa e eficaz.

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Parlamento Moçambicano: Mais Género na Gestão de Desastres https://afronoticia.com/2026/05/05/parlamento-mocambicano-mais-genero-na-gestao-de-desastres/ https://afronoticia.com/2026/05/05/parlamento-mocambicano-mais-genero-na-gestao-de-desastres/#respond Tue, 05 May 2026 00:43:20 +0000 https://afronoticia.com/2026/05/05/parlamento-mocambicano-mais-genero-na-gestao-de-desastres/ Leia mais]]>

A Assembleia da República de Moçambique, através da sua presidente Margarida Talapa, comprometeu-se a intensificar a criação de legislação e políticas que promovam a equidade de género na resposta e gestão de desastres naturais, reconhecendo o papel crucial das mulheres neste processo.

A garantia foi dada este sábado (03) em Beira, durante a abertura da 2.ª Conferência de Mulheres Religiosas, Académicas, Políticas e da Sociedade Civil. Talapa sublinhou a importância de assegurar uma maior inclusão feminina nos processos de decisão e na formulação de estratégias para enfrentar os desafios impostos pelas alterações climáticas.

O Papel Central da Mulher

Margarida Talapa enfatizou que a participação das mulheres é fundamental em todas as fases da gestão de emergências, desde a prevenção e mitigação até à resposta. Apesar de serem frequentemente as mais vulneráveis às calamidades, as mulheres demonstram ser agentes de mudança proativas, líderes resilientes e impulsionadoras de soluções comunitárias.

A presidente da AR destacou diversos contributos femininos:

  • Mulheres Religiosas: Em momentos de crise, oferecem conforto espiritual, mobilizam comunidades e fortalecem valores de resiliência e solidariedade.
  • Académicas: Contribuem com conhecimento científico e inovação, essenciais para uma compreensão aprofundada dos riscos e a formulação de políticas públicas mais eficazes e sustentáveis.
  • Mulheres na Política e Sociedade Civil: A sua proximidade com as comunidades permite transformar necessidades urgentes em ações concretas e respostas rápidas em situações de emergência.

A Assembleia da República reitera, assim, o seu firme compromisso com a promoção da igualdade de género, visando fortalecer o protagonismo feminino em todas as esferas da vida nacional, com particular destaque para a gestão de riscos e desastres.

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Energia eléctrica restabelecida no Hospital de Mopeia após dívida quitada https://afronoticia.com/2026/05/04/energia-electrica-restabelecida-no-hospital-de-mopeia-apos-divida-quitada/ https://afronoticia.com/2026/05/04/energia-electrica-restabelecida-no-hospital-de-mopeia-apos-divida-quitada/#respond Mon, 04 May 2026 22:04:11 +0000 https://afronoticia.com/2026/05/04/energia-electrica-restabelecida-no-hospital-de-mopeia-apos-divida-quitada/ Leia mais]]>

O Hospital Distrital de Mopeia retomou o fornecimento de energia elétrica, após um período de duas semanas sem este serviço essencial. A interrupção foi motivada por um débito de aproximadamente um milhão e duzentos mil meticais junto à Electricidade de Moçambique (EDM).

Gervásio Escola, Diretor do Serviço Distrital da Saúde, Mulher e Acção Social de Mopeia, realçou a importância crítica da reposição da energia para assegurar a prestação adequada de cuidados de saúde aos utentes do hospital.

O Diretor adiantou ainda que a instituição de saúde está a trabalhar ativamente na regularização da dívida com a EDM, reafirmando o compromisso do setor em garantir a manutenção e a qualidade dos serviços de saúde em Mopeia.

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Dívidas da ENH impedem redução do preço do gás de cozinha em Moçambique https://afronoticia.com/2026/05/04/dividas-da-enh-impedem-reducao-do-preco-do-gas-de-cozinha-em-mocambique/ https://afronoticia.com/2026/05/04/dividas-da-enh-impedem-reducao-do-preco-do-gas-de-cozinha-em-mocambique/#respond Mon, 04 May 2026 21:34:27 +0000 https://afronoticia.com/2026/05/04/dividas-da-enh-impedem-reducao-do-preco-do-gas-de-cozinha-em-mocambique/ Leia mais]]>

A informação detalhada sobre como as dívidas da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) impedem a redução do preço do gás de cozinha em Moçambique não está disponível publicamente. O conteúdo original desta notícia é exclusivo para assinantes, conforme indicado na fonte.

Esta situação levanta questões importantes sobre a transparência e o acesso à informação sobre matérias de interesse público que afetam diretamente o custo de vida dos moçambicanos, especialmente no que tange a um bem essencial como o gás de cozinha.

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